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OMS tranquiliza sobre a eficácia da vacina (12/4)
A OMS procurou tranquilizar o público, afirmando que as vacinas atuais contra a COVID-19 devem continuar eficazes contra essa variante na prevenção de formas sintomáticas e graves da doença. No entanto, pediu vigilância, especialmente na Ásia, onde a variante se tornou comum. Hong Kong relatou que os principais indicadores de vigilância da COVID-19 atingiram seu nível mais alto em um ano, levando as autoridades a reforçar as medidas de higiene.
Aumento das taxas de positividade em Hong Kong (12 de maio)
A porcentagem de amostras respiratórias com teste positivo para SARS-CoV-2 em Hong Kong dobrou em um mês, subindo de 6,21% para 13,66%. Além disso, a carga viral nas águas residuais quase dobrou, chegando a 710.000 cópias por litro. Apesar desses números alarmantes, atualmente não há evidências de que a variante NB.1.8.1 cause formas mais graves da doença.
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Identificação da variante NB.1.8.1 na França e nos Estados Unidos (12 de junho)
Na França, a variante foi identificada quatro vezes, segundo o Centro Nacional de Referência em Lyon. Nos Estados Unidos, viajantes de países europeus, incluindo a França, testaram positivo entre o final de abril e meados de maio. O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças ainda não colocou a variante sob vigilância, mas está monitorando de perto seu desenvolvimento.
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Baixo risco para a saúde pública, mas maior transmissibilidade (12/7)
Segundo a OMS, o risco adicional para a saúde pública representado pela variante NB.1.8.1 é considerado baixo globalmente. No entanto, as mutações observadas podem aumentar sua transmissibilidade, exigindo estudos adicionais. Os cientistas temem que essas mutações possam reduzir a eficácia dos anticorpos e promover a evasão imunológica.
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