COVID-19: O que sabemos sobre a nova variante NB.1.8.1 que a OMS está monitorando de perto.
Uma nova variante da COVID-19, a NB.1.8.1, está gerando preocupação entre as autoridades de saúde globais devido à sua rápida disseminação pelo mundo.
Disseminação da variante NB.1.8.1 na Ásia (12/1)
Originária da China, a variante NB.1.8.1 da COVID-19 se espalhou rapidamente pela Ásia, atingindo regiões como Hong Kong, onde foi observado um ressurgimento significativo da epidemia. Essa sublinha da variante Ômicron, conhecida por sua alta transmissibilidade, foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma “variante sob vigilância” em 23 de maio. Essa classificação, criada em 2020, é reservada para variantes que representam um risco maior para a saúde pública.
© Shutterstock
Mutações significativas da variante NB.1.8.1 (2/12)
O professor Yves Buisson, membro da Academia Nacional de Medicina da França, observou que a variante NB.1.8.1 apresenta três mutações muito significativas em comparação com sua predecessora, o que pode torná-la a cepa dominante no futuro. O virologista Bruno Lina disse à BFMTV que as características específicas dessa variante podem torná-la dominante. Na Ásia, especialmente em Taiwan, o Centro Nacional de Controle e Prevenção de Doenças (NCDC) relatou um aumento de 66% nas consultas relacionadas à COVID-19 em uma semana.
Surgimento da variante NB.1.8.1 na Europa e nos Estados Unidos (12/3)
Na Europa, a variante NB.1.8.1 surgiu primeiro na Alemanha, Irlanda e Holanda, com os primeiros casos relatados na França em março. De acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), a variante circula desde o início de abril, mas seu impacto epidemiológico permanece incerto. Nos Estados Unidos, casos foram detectados entre viajantes internacionais que chegaram a vários estados, incluindo Califórnia e Nova York.
LEIA MAIS NA PRÓXIMA PÁGINA 🥰
