O principal objetivo da vacinação era reduzir o risco de doenças graves, hospitalizações e mortes. Numerosos estudos mostraram que as vacinas contra a COVID-19 tiveram um impacto significativo no controle da pressão sobre os sistemas de saúde, especialmente durante as fases mais críticas da pandemia. No entanto, nem toda a comunidade científica compartilha dessa visão.Como todos os medicamentos, as vacinas contra a COVID-19 podem causar efeitos colaterais, que geralmente são leves e temporários. Quase cinco anos depois, a análise de dados agora nos permite delinear com mais precisão os possíveis efeitos colaterais, ressaltando a importância do monitoramento constante e da pesquisa contínua para garantir a máxima segurança do paciente.
Após o monitoramento constante por sistemas de farmacovigilância ativos ao redor do mundo, eventos adversos graves têm sido consistentemente detectados ao longo dos anos. Um novo estudo focado nos efeitos colaterais destacou a persistência de alguns sintomas. Segundo relatos, o número deles está aumentando: você encontrará todos os detalhes na segunda página.
Continue na próxima página.Um dos maiores estudos já realizados sobre a segurança das vacinas contra a COVID-19 tornou-se foco do debate científico internacional. A pesquisa, realizada pela Global Vaccine Data Network, analisou dados de saúde de mais de 99 milhões de pessoas de oito países: Argentina, Austrália, Canadá, França, Dinamarca, Finlândia, Nova Zelândia e Escócia.
Os resultados foram publicados na revista científica Vaccine, um marco para a comunidade médica internacional. Segundo os autores, a maioria dos sujeitos vacinados estudados tinha entre 20 e 59 anos, sendo o maior número de doses administradas registrado na França.
